Nova Colaboração Renascer – UFASV
A Liga Nacional Renascer realizou nova colaboração com a União de Familiares e Amigos dos Surdos de Viseu (UFASV) de modo a prestar auxilio à Instituição no combate à precariedade na região de Viseu. A Renascer realizou o envio de diversos produtos para bebé (biberões, talheres infantis, chupetas, etc) e de roupa interior, esperando que estes possam ser úteis à UFASV no seu trabalho meritório junto da população carenciada . A UFASV – SurdiSol nasceu da necessidade de promover as relações e integração entre surdos e ouvintes, no entanto, a sua ação tem-se alargado a diversas causas de solidariedade social. A Liga Nacional Renascer agradece a todas as entidades que colaboram com oferta de produtos, uma vez que é graças a essas ofertas que se torna possível realizar este tipo de intercâmbios com outras instituições e assim alargar o raio de acção no trabalho social desenvolvido. O agradecimento também se estende à empresa Go Express, que realizou de forma gratuita o transporte das...
Renascer entrega Material Escolar
A Liga Nacional Renascer realizou entre 05 e 06 de Outubro a entrega de kit’s de material escolar a crianças oriundas de agregados familiares carenciados apoiados directamente pela Instituição. O início do ano escolar é sempre uma etapa muito complicada para qualquer família face às despesas que acarreta, no entanto, para agregados que convivem diariamente com dificuldades de diversa ordem os valores envolvidos na aquisição destes produtos são proibitivos. Este apoio anual foi possível graças à colaboração de diversas entidades e particulares que decidiram ajudar a instituição nesta missão social, possibilitando a estas crianças ter as condições necessárias para o ano escolar que recentemente iniciou. A Liga Nacional Renascer forneceu material diverso entre o qual se encontravam cadernos, canetas, lápis de cor, capas escolares, pastas, borrachas, etc. assim como algumas surpresas, tais como livros infantis / didácticos. A nossa Instituição agradece a todos aqueles que colaboraram para que esta acção fosse...
Nova participação no Mercado Solidário
A Liga Nacional Criança Esperança Renascer esteve mais uma vez presente no evento Mercado Solidário, promovido pela Câmara Municipal de Matosinhos. O evento, que decorreu no passado Domingo, teve lugar no Mercado Municipal de Angeiras e permitiu à Instituição angariar diversos produtos alimentares, com destaque para o Peixe fresco, para distribuição pelos agregados familiares carenciados ao seu cuidado. A adesão dos comerciantes, à semelhança de ocasiões anteriores, foi muito grande e permitiu à Instituição angariar mais de 40kg de peixe. Esta iniciativa, criada pela Ação Social da Câmara Municipal, é muito importante não só pelos alimentos angariados mas também porque cria uma envolvência dos comerciantes locais no combate à precariedade do Concelho. A Liga Nacional Renascer agradece o convite que foi endereçado pela Câmara Municipal para este evento assim como a generosidade demonstrada pelos comerciantes do Mercado Municipal de Angeiras....
“As nossas crianças estão fechadas, amarradas, em casa, não têm liberdade de ação”
Um estudo sobre mobilidade infantil em 16 países concluiu que Portugal está na cauda da tabela, e isso tem consequências graves para o aproveitamento escolar e, sobretudo, para a saúde pública, alerta o coordenador do estudo português. “Estamos numa situação caótica. As nossas crianças estão fechadas, amarradas, em casa, não têm liberdade de ação, não vão a pé para a escola, não brincam na rua. Estamos a viver uma situação insustentável, o que designo por sedentarismo infantil”, disse à Lusa o coordenador do estudo português, Carlos Neto, professor catedrático da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa. O estudo português – Independência de Mobilidade das Crianças – data de 2012, mas só em agosto foi publicado, integrado num estudo internacional pelo instituto britânico Policy Studies Institute, denominado Independent Mobility: An International Comparison (Mobilidade Independente: Uma Comparação Internacional). O estudo português concluiu que há alterações necessárias de políticas públicas “mais ousadas”, pensadas para as crianças para inverter a atual situação: políticas que permitam aos mais novos brincar e desfrutar do espaço exterior, que permitam uma maior harmonização entre a vida familiar, escolar e em comunidade, e políticas urbanas que incluam uma planificação “mais amiga” das crianças e as encare como parte integrante e participante da sociedade. “[…] não temos cidades preparadas para as crianças. Não há qualquer convite à atividade física. […] Temos as crianças muito sentadas e pouco ativas. Precisamos de uma verdadeira revolução na forma como podemos tornar as crianças mais ativas e com mais saúde, física e mental”, disse à Lusa Carlos Neto. O coordenador do estudo defende que em Portugal as crianças têm cada vez...
Olmar apoia Liga Renascer
A Liga Nacional Renascer contou com a colaboração da Olmar – Artigos de Papelaria, Lda., para prestar ajuda a diversas crianças carenciadas apoiadas pela Instituição. O apoio da empresa, com sede em São João da Madeira, especializada na distribuição e comercialização de material de escritório, artigos de papelaria e mobiliário de escritório foi prestada no âmbito da “Campanha de Apoio Escolar” promovida pela Renascer, cujo objetivo é o de dar apoio em material escolar a diversas famílias em risco de exclusão. Os produtos oferecidos pela Olmar constituíram uma ajuda importante à constituição dos “conjuntos escolares” que são fornecidos às crianças apoiadas, pelo qual a Renascer agradece à referida empresa e respetivos colaboradores pela preciosa...
Portugal é dos menos “generosos” da Europa nos cuidados de longo prazo a idosos
Portugal é dos países menos “generosos” da Europa nos cuidados de longo prazo dos idosos. Tem poucos profissionais especificamente dedicados a cuidar de pessoas com 65 ou mais anos e uma das despesas públicas nesta área das mais reduzidas do mundo, conclui a Organização Internacional do Trabalho (OIT) num estudo divulgado esta segunda-feira. São os cuidadores informais, quase sempre familiares dos idosos e habitualmente mulheres, que asseguram este tipo de protecção, sem serem pagos por isso. Os dados relativos a Portugal indicam que, na Europa, é dos países com percentagens mais reduzidas de trabalhadores formais por cada 100 idosos (apenas 0,4), enquanto a Espanha tem 2,9 e a Noruega 17,1. Uma realidade que deixa 90,4% dos idosos do país sem acesso a cuidados de longo prazo com qualidade por falta de profissionais nesta área, quando na Europa a média é inferior a um terço (30%). A seguir a Portugal, surgem a França e a Eslováquia, onde 73,5% dos idosos não têm cuidados de longo prazo de qualidade, seguindo-se a Irlanda (56,6), a República Checa (49,4) e a Alemanha (22,9). Do lado contrário estão o Luxemburgo, a Noruega, a Suécia e a Suíça, onde a taxa de cobertura é de 100, de acordo com a OIT. Calculando o valor em euros que cada pessoa gasta com os idosos do seu país, as diferenças são ainda mais impressionantes: em 2013, por exemplo, cada norueguês contribuía com cerca de 8400 dólares (7533 euros) para cuidados de longo prazo com qualidade para a população com 65 ou mais anos, enquanto cada português gastava apenas 136 dólares (117 euros). “Encontramos em todas as regiões [do...
Ensinar enquanto se contam histórias
Um projecto educativo de narração oral mobilizou durante dois anos várias instituições de ensino europeias, integradas no programa da União Europeia Comenius (agora Erasmus+). Áustria, Bélgica, Estónia, Itália, Noruega, Reino Unido e Portugal juntaram-se com o objectivo de divulgar técnicas de narração oral no contexto da sala de aula e de desenvolver metodologias e recursos pedagógicos nesta área. “Queremos sistematizar o que intuímos há muito tempo. A eficácia da transmissão de conhecimentos através da narração oral. Falta-nos, no entanto, dar o passo de integrar formalmente esta ferramenta nos currículos dos professores”, explica ao PÚBLICO Luís Carmelo, narrador, que faz parte da associação Ouvir e Contar, a parceira portuguesa da iniciativa Tales: Stories for Learning in European Schools. Durante dois dias (hoje e amanhã), a cidade de Beja vai acolher mais de duas centenas de participantes interessados em conhecer os resultados dos projectos-piloto realizados nos diferentes países que integram a investigação (no início da semana havia 250 inscritos, entre portugueses e estrangeiros). “As experiências e os resultados serão partilhados na conferência, de onde sairá um manual que servirá de guião para professores e educadores”, descreve o também investigador no Instituto de Estudos de Tradição Oral da Universidade Nova de Lisboa. (PÚBLICO, 2015) artigo completo In...
Centenas de euros em material escolar são um “pesadelo” anual para as famílias
Atualmente, o material escolar representa uma despesa incomportável para as famílias mais carenciadas. “Um pesadelo. É assim que Joana Quintela descreve esta fase em que, todos os anos, se vê confrontada com os preços dos manuais para os seus sete filhos em idade escolar e em que deita mão a todas as alternativas para aliviar uma factura que facilmente ascende a muitas centenas de euros. “Guardamos todos os manuais que podemos para passarem de filho para filho, recorremos aos bancos de troca, à família, aos amigos, aos amigos dos amigos, para ver quem tem livros que possam servir, mas muitas vezes não tem sido possível reutilizá-los por causa das mudanças aprovadas pelo Ministério da Educação nos últimos anos”, conta. É um dilema partilhado por grande parte das famílias com filhos em idade escolar, numa altura em que, para aproveitar o máximo dos descontos propostos pelas editoras, estão a finalizar as encomendas dos manuais em vigor para o ano lectivo de 2015/2016. A partir do 2.º ciclo de escolaridade, o preço dos manuais escolares por aluno ronda em média os 200 euros. No ano passado, quando os filhos de Joana em idade escolar eram seis, a factura em manuais rondou os 700 euros e só não foi bem superior porque conseguiu vários livros usados que ainda podiam ser utilizados. “Todos os anos é esta extorsão”, desabafa.” (PÚBLICO, 2015) Relembramos que a Campanha Escolar ainda se encontra em vigor, com o objectivo de alcançar o maior número possível de crianças carenciadas, sem recursos que lhes assegurem as condições básicas para o acesso ao ensino. Ajude-nos a construir o futuro, contribuindo aqui! artigo...